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vida de merda
eu queria mesmo era deitar e não acordar mais. pelo menos é o que eu sinto agora. que vida de merda eu tenho. 26 anos, só trabalho, os chefes não reconhecem… pelo contrário. não me divirto, não saio, não tenho namorado/ficante/pa, esqueci de pagar as contas, não tenho mais pai pra me aconselhar. e ainda dizem que sou calma.
os únicos tesouros da minha vida são meus familiares e meus amigos. se não fosse isso……
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É difícil, acho melhor me jogar de cabeça nisso.
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Paula Rego - Agony in the Garden, 2002
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Poema
“Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pôs-te ali. A princípio não te vi: não soube que ias comigo, até que as tuas raízes atravessaram o meu peito, se uniram aos fios do meu sangue, falaram pela minha boca, floresceram comigo. “
Pablo Neruda.
Espero que as raízes sequem e as folhas morram, porque ela é daninha.
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Cape
Worth, 1925
The Los Angeles County Museum of Art
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dormi demais, até 13h20min. minha mãe me acordou de manhã avisando que sairia e eu voltei a dormir. segue o sonho:
eu estava num quarto escuro, várias camas e pessoas dormindo, e não queria atrapalhar ninguém. eu colocava um copo vazio ao lado da cama, algo assim.
não sei como, essa parte não lembro, mas depois eu estava abraçada com o lenine (cantor) numa dessas camas, bem feliz. ele fala “nossa, fomos muito rápidos, você já está aqui” como que querendo dizer que mal o conhecia e já estava na cama com ele. de repente eu mudo de humor, fico triste, e ele tenta se desculpar, porque não quis me ofender, mas acabou me ofendendo.
depois fui para uma casa, muitas pessoas, pareciam estar dando uma festa. não sei o que houve bem, só sei que estavam lá meu irmão e um homem bem alto, gordo e branco todo de preto. esse homem era meu amigo, eu queria bem à ele. tudo ocorria dentro de uma cozinha. aí um dos amigos do meu irmão quis colocar fogo em tudo, inclusive em meu irmão e no homem de preto, por pura maldade. eu fugi, subi em cima dos tetos de umas casas ao lado (mesmo com medo eu subi e lá fiquei), tive medo de morrer. no sonho cada um foi para seu lado.
voltei para saber o que houve, os malvados tinham ido embora. outras pessoas perguntavam o que aconteceu, eu me virei para o lado e tinha um quartinho, abri para saber quem estava lá, era meu irmão e esse homem de preto.
os dois estavam envoltos em cobertas e lençóis, tinha algo incandescente neles. eu perguntei se poderia falar a verdade às pessoas (até então eu só ouvia) e os dois saíram do quarto.
meu irmão sentou numa cadeira na cozinha (onde tudo se passou, da tentativa de assassinato até o fim) e meu irmão, falou chorando “acabou tudo!! acabou!! por que fizeram isso? não fiz nada de mal para ninguém!”.
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"Se você fizer aquilo que a sua intuição manda e usar bom senso deixando de lado a vaidade, você tem todas as possibilidades de conseguir o seu objetivo. Não tenha dúvida: só não consegue o objetivo quem sonha demasiado, só não consegue o objetivo quem pretende dar o passo maior que a perna, só não consegue o objetivo quem acredita que as coisas são fáceis. Todas as coisas são difíceis, todas as coisas tem que ser lutadas. E quando você consegue uma coisa fácil, desconfie porque ela não é tão fácil quanto parece. Continue trabalhando, continue apostando na sua intuição, continue com os pés no chão (…). Pelo menos foi assim que eu consegui de camelô ser banqueiro."
Silvio Santos (via jonatas)
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Deus, segundo Baruch Spinoza.
“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que eu fiz para ti.”
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde eu vivo e aí expresso meu amor por ti. Pára de me culpar da tua vida miserável: eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho…, não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho? Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se eu te fiz, eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas. Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno. Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse, como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar. Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar. Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.
A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás.
Procura-me dentro… Aí é que estou batendo dentro de ti.——-
Enviando pela Tata Camargo.
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hoje sonhei que visitava uma casa e encontrei meu pai. ele estava com uma camisa branca, de algodão leve, e um cigarro no bolso da camisa. fui ao encontro dele muito feliz, mas ele estava sério e bravo. ele tirou o cigarro do bolso, e este objeto se transformou em algo que era chá mate e café, e ele disse “pare de tomar café porque isso está te fazendo mal!!” e jogou o “chá” no chão. aí eu o abracei bem feliz, ele estava mais calmo. depois eu o vi de camisa aberta e rosinha, sem aquele vermelhão que ele tinha no tórax.
sonhei também que um eletricista inconfiável foi ver a instalação elétrica da minha casa, e a luana o atendia muito bem, mas eu não confiava nem um pouco nele, e ainda o achava folgado. depois eu estava num shopping comprando batons com a luana, ela estava escolhendo cores amarronzadas (ela gosta de rosa claro, eu de marrom).
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